quarta-feira, 25 de março de 2015

Não dás conta daquilo sou. Deixas-me na sombra da amargura. Sinto um aperto no peito sempre que olho para ti. No entanto, chamem-lhe cliché, mas eu sinto as tais borboletas quando olho para os teus olhos castanhos. Não é preciso ser sábio para se perceber que claramente estou loucamente apaixonada por ti e que apesar de tudo, te amo incondicionalmente. Posso demonstrar pouco, eu sei, mas sinto muito. Sinto demais até, porque ser sentimental não me leva a lado nenhum, ambos sabemos a verdade. Talvez um dia seja tudo recíproco, pois apesar de saber que também me amas, sei que não me amas tanto como gostava que me amasses. Ou talvez não o demonstres, simplesmente. Dá-me sinais. Prova tudo o que podes. Sê a minha luz ao fundo do túnel. E não me magoes. É tudo o que eu te peço. 

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