Desabafo tudo o que posso e o que não posso mesmo quando não te apercebes.
Choro tudo o que posso e o que não posso quando fazes falta.
Rio tudo o que posso e o que não posso quando estás ao meu lado.
Mas tal como no desabafo, não te apercebes. Condenas-me ao silêncio. Um silêncio cru e infernal que me deterioriza por dentro.
É difícil admitir que não me afecta, estaria a mentir na verdade.
Queria que um dia soubesses que aprecio e admiro todos os teus pequenos e ínfimos traços, por mais vagos que os transmitas.
Sei o que gostas e o que não gostas.
Sei o que amas e o que não amas.
E claramente não me amas a mim.
Mas tal como no desabafo, não te apercebes. Condenas-me ao silêncio. Um silêncio cru e infernal que me deterioriza por dentro.
É difícil admitir que não me afecta, estaria a mentir na verdade.
Queria que um dia soubesses que aprecio e admiro todos os teus pequenos e ínfimos traços, por mais vagos que os transmitas.
Sei o que gostas e o que não gostas.
Sei o que amas e o que não amas.
E claramente não me amas a mim.
Sem comentários:
Enviar um comentário